11. A gênese das patologias

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11. A gênese das patologias

Mensagem por Coordenação em Seg Jan 30, 2017 3:00 pm

“E, dizendo isto, mostrou-lhe as mãos e os pés.”
Lucas 24:40

O ser humano é o resultado de suas aspirações. A harmonia ou o equilíbrio da personalidade é a resposta do comando do ser, por intermédio da mente, promovendo a integração do Eu com o corpo.

Por diversas vezes, o rompimento desse equilíbrio deve-se à imprevidência do homem. Ninguém consegue ser feliz e sentir-se integrado com a vida, autorrealizar-se, sem conquistar as metas que estimulam as emoções sadias.

O desconhecimento da natureza espiritual e das leis que regem a vida inibe as energias da alma, permitindo que algozes mentais se materializem nos comportamentos abusivos e desregrados. A demora nesses conflitos perturbadores, que rompem o equilíbrio, atrai outras mentes infelizes, que se consorciam ao homem, produzindo as chamadas obsessões.

A princípio de maneira incipiente, depois de forma mais declarada, as desarmonias tornam-se patológicas. Surgem, então, os fantasmas do comportamento doentio. A timidez aprisiona o ser dentro do castelo de suas deficiências psicológicas. A angústia, como sentimento destruidor, ameaça fazer ruir as melhores realizações pessoais, alienando sua vítima.

Sem o posicionamento correto e coerente, o homem torna-se instrumento de outras inteligências e passa a pensar e agir maquinalmente, confundindo-se na multidão.

A ansiedade surge então como algoz que procura destruir o ser, na busca louca pela realização material, pelos métodos salvacionistas e pelas promessas que jamais serão cumpridas. Esse é o modelo psicológico de muitos que se deixam enveredar pelo caminho do desequilíbrio.

Todos esses fantasmas psicológicos são máscaras de um ego ferido e malresolvido, que requer a urgência da medicação espiritual.

O homem deve vigiar seu comportamento íntimo para detectar os sinais perigosos da desarmonia e erradicá-los de sua alma.

O Evangelho e a filosofia espírita, com o conhecimento das causas pretéritas dos distúrbios da alma, desempenham papel importante como terapia emergencial.

Pela vivência dos princípios do Evangelho, o homem liberta-se desses distúrbios avassaladores; pelo esforço de autoeducação e de modificar-se, superando as más inclinações,desenvolve a consciência de que a gênese de sua infelicidade não é externa, mas interna. Assim, opta pela saúde integral.

É hora de retomar a caminhada e reequilibrar-se, procurando ser feliz.

Do livro Serenidade; capítulo 30, página 131.
Robson Pinheiro pelo espírito Alex Zarthú


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